Fotos

Jean-François Rauzier, fotógrafo francês, é um artista reconhecido do barroco digital. Sua obra evoca o cubismo, pontilhismo ou surrealismo em uma escrita original sobre os retratos das cidades que ele nos convida a visitar. Suas fotografias ampliadas em grandes formatos intensificam o mundo sobre o qual ele deposita seu olhar. Ele fabrica em computador uma hipercolagem onde são reunidas, em cada uma de suas obras, um número considerável de imagens capturadas durante suas viagens, jogando assim com um casamento entre o macro e o micro, o virtual e o real, bem como o imaginário. Ele nos traz assim uma versão original e incomum das cidades que aborda e onde teve a felicidade de se perder. Até agora Rauzier se debruçou essencialmente sobre a força da herança do mundo católico barroco. Seu projeto brasileiro visa apresentar as cidades escolhidas pelos representantes do país como capitais ao longo da história deste grande país. Após uma exposição sobre o Rio de Janeiro em 2015 no Museu Histórico Nacional, outra exposição está programada para 2016 em Salvador, depois desta no Museu Nacional de Brasília. Tudo parecia, portanto, se inscrever nesta continuidade histórica sobre a qual o Rauzier trabalha há vários anos. Mas sua visita preparatória a Brasília marcou uma verdadeira ruptura em sua maneira de conceber sua obra. Esta cidade recente, cujos planos iniciais de Oscar Niemeyer e Lucio Costa permanecem visíveis, apesar de um crescimento que os tornou dificilmente legíveis, foi um verdadeiro choque para o artista. Ele foi tomado pelo construtivismo de Brasília, seu minimalismo, o branco puro dos edifícios mal esquentados por uma luz dourada ímpar… Todos estes elementos característicos que acabaram por levar o artista em outras direções. Seu trabalho sobre a matéria se tornou quase impossível nesta cidade que oferece perspectivas vazias e grandes espaços vazios, tornando-a assim difícil de fotografar. O infinito se impõe em Brasília. O trabalho de Jean-François Rauzier sempre foi próximo do espírito cubista. Lembremos que o cubismo descreve a observação simultânea de um sujeito a partir de diferentes pontos no espaço, e assim o ato de se deslocar ao redor de um objeto para captá-lo a partir de vários ângulos reunidos em uma só imagem. A obra de Jean-François Rauzier sobre Brasília se torna totalmente cubista, ignorando qualquer floreio e jogando com as massas como ele nunca havia feito antes. Em Brasília, o belo se torna perigoso. A estética é privilegiada em detrimento da segurança, como é o caso da famosa escada helicoidal do Palácio do Itamaraty. O trabalho de Jean-François Rauzier se tornou então verdadeiramente arquitetônico. “A verdadeira arquitetura”, cita o artista, pensando em Le Corbusier. Mas com pequenos toques o artista buscou reencontrar seu universo onírico ao introduzir, como sombras, certos detalhes das obras penduradas nas paredes dos palácios governamentais que ele pôde visitar. Ele foi também surpreendido pela onipresença de uma natureza perfeitamente domada, que oferece uma situação insólita em uma cidade de esplanadas e eixos viários onde é difícil caminhar. Ele constatou que os principais pedestres são frequentemente os jardineiros, guardiões dos locais, conservando os desenhos de Burle-Marx. Eles estão presentes nesta exposição em um grande afresco mural. Neste contexto único, Jean-François Rauzier não queria perder o que é uma fotografia, e é por isso que introduziu elementos diversos na nova abstração de suas obras. Assim aparecem os jardineiros da cidade, mas também um mundo animal que sempre habitou suas fotografias: cervo, símbolo da Renascença, a onça brasileira… O espectador é convidado a uma caça aos detalhes e, se ele vê tudo ao mesmo tempo, todos os elementos da memória do sujeito abordado entregues em uma só imagem, ele deve se prestar ao jogo paciente e atento de reconstrução que lhe é proposto. O artista buscou também as pátinas, a volta da cor quando os edifícios se tornam um pouco mais “minerais”. Do branco puro às fachadas-espelho, o artista quis assim sair de um universo kafkaniano evocando a angústia de um mundo que teria perdido sua alma, de um mundo onde o homem parece perdido no labirinto invisível de uma cidade plantada no meio do nada. Jean-François Rauzier nos mostra os jardins interiores deste universo de concreto tentacular que lembra a ele um pouco certas obras do artista alemão Anselm Kiefer. Em total oposição a este último comentário, ele foi também buscar os grafites que podemos achar no próprio centro de uma cidade que tem tanta dificuldade em manter a perfeição original de seu projeto. Jean-François Rauzier sabe assim multiplicar os efeitos de ilusão. Ao utilizar as possibilidades do digital, suas fotografias “espetáculo” associam as perspectivas de suas composições ao jogo de luz e sombra para obter um novo tipo de realismo. Sua excentricidade brinca com o inesperado e visa suscitar a emoção. Seu estilo estruturado joga abundantemente com o fantástico, assim como com a simetria, para homenagear o patrimônio das cidades onde ele fixa sua escolha. Ele recria assim suas incríveis arquiteturas imaginárias, jogando com a busca do efeito mais inesperado e às vezes mais teatral. Esta exposição propõe, ao longo das imagens, uma grande viagem a Brasília onde o espectador poderá reconhecer ou descobrir certos edifícios fechados ao público e alguns ícones da cidade, como a Catedral, a Biblioteca ou o Senado. Algumas imagens se tornam grandes caleidoscópios vertiginosos, transformando-se às vezes, se prestarmos atenção, em grandes máscaras mágicas prestando homenagem sutil ao astral de uma capital única em seu gênero. O Catetinho, primeira residência do presidente Juscelino Kubitschek, é representado como uma torre precária prestes a ruir, mas que se transforma em torre de guarda para observar o futuro de um presidente que foi megalomaníaco para o país, mas humilde para si mesmo. Toda esta exposição nos canta esta lição.

Marc Pottier – Curador

Políptico Brasília – 150x375cm (2017)

8 panneaux de 70x70cm

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Escola

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Catetinho, 2015, 170 x 100cm

Catetinho O Catetinho foi a primeira residência oficial do presidente Juscelino Kubitschek no novo Distrito Federal na época da construção da nova capital do país, Brasília. Está situado às margens da BR-070, próximo a cidade do Núcleo Bandeirante. O nome é uma ligação com a então residência oficial do presidente, o Palácio do Catete no Rio de Janeiro. Projeto de Oscar Niemeyer, foi construído em apenas 10 dias, em novembro de 1956, é um prédio simples, feito de madeira, e conhecido como “Palácio de Tábuas”. Foi planejado sem conforto ou honras oficiais, para que o Presidente não se distanciasse dos trabalhadores, que viviam em barracos e tendas.

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Santos, 2015, 150 x 250 cm

Santos- 150x250cm 2015-cat.2 Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida Projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer, com cálculo estrutural do engenheiro Joaquim Cardoso, foi o primeiro monumento a ser criado em Brasília.[1] Sua pedra fundamental foi lançada em 12 de setembro de 1958. Teve sua estrutura pronta em 1960, onde apareciam somente a área circular de setenta metros de diâmetro, da qual se elevam dezesseis colunas de concreto (pilares de secção parabólica) num formato hiperboloide, que pesam noventa toneladas. O engenheiro Joaquim Cardozo foi o responsável pelo cálculo estrutural que permitiu a construção da catedral.

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Índios, 2015, 150 x 250 cm

Índios 150x250cm 2015 O Memorial dos Povos Indígenas é um museu de Brasília. O museu é dedicado à cultura indígena brasileira. Foi desenhado pelo arquiteto Oscar Niemeyer e construído em 1987. Por muitos anos, esteve fechado mas, desde 1999, restabeleceu suas atividades. O memorial foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em 2007, ano em que o arquiteto Oscar Niemeyer completou cem anos de idade. O Dia Internacional dos Povos Indígenas foi criado pela Organização das Nações Unidas. A data foi escolhida em 1995. Segundo a Organização das Nações Unidas, há, em setenta países, 370 000 000 de índios, que preservam culturas milenares e que são compostos por diversas etnias. No Brasil, vivem cerca de 220 povos indígenas.

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Carrossel, 2015, 150 x 250 cm

Carrossel 150x250cm 2015 Centro de desenvolvimento auto sustentavel. Campus Universitário Darcy Ribeiro Gleba A Universidade de Brasília – Asa Norte, Brasília – DF, 70910-900.

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Arcos, 2015, 150 x 250 cm

Arcos 150x250cm 2015 Museu Nacional do Conjunto Cultural da República e Ministérios. O museu, que tem a forma de cúpula, e a Biblioteca Nacional Leonel de Moura Brizola foram concebidos pelo arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer e foram inaugurados no dia 15 de dezembro de 2006, no dia em que o arquiteto celebrou os seus 99 anos de idade. O museu tem uma área de 14,5 mil metros quadrados e foi inaugurado com uma exposição sobre a obra de Niemeyer: « Niemeyer & Niemeyer e Brasília – Património da Humanidade ». Localizado na Esplanada dos Ministérios. O Rauzier inaugurou uma exposição « Arches » (Arcos) em 2013 na França que inspirou algumas hiperfotografias de Brasília.

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Vertigo, 2015, 120 x 120 cm

Vertigo 120x120cm 2015 O prédio da nova sede do Tribunal Superior Eleitoral é um projeto de Oscar Niemeyer, cujo contrato com a administração da Corte foi assinado em 2005. A sede inaugurada no dia 15 de dezembro de 2011 reúne, no mesmo espaço físico, uma área de grande importância estratégica da Justiça Eleitoral, a informática, responsável pelo desenvolvimento e manutenção da urna eletrônica, que antes ficavam armazenadas em depósito afastado da sede do TSE. SAFS, Quadra 7, Lotes 1-2, s/n – Setor Federal Sul, Brasília – DF, 70070-600

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Tribunal, 2015, 150 x 250 cm

Tribunal 150x250cm 2015 Projetado por Oscar Niemeyer, o edifício-sede da Procuradoria Geral da República foi inaugurado em 2002. A obra estava prevista desde a fundação de Brasília, em 1960, no projeto original de Lúcio Costa. O conjunto arquitetônico da PGR complementa o Plano Piloto de Brasília, definido pela ONU como Patrimônio Cultural da Humanidade. Com uma área total de 71.873,73 m², o conjunto agrupa seis blocos interligados por passarelas e pelo subsolo. Os diversos blocos abrigam os gabinetes dos subprocuradores-gerais da República e também os setores administrativos, auditório, restaurante e serviço médico.

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Solar, 2015, 150 x 250 cm

Solar 150x250cm 2015 A Biblioteca Nacional de Brasília (BNB) foi concebida no plano original de Brasília, assinado por Lúcio Costa no final dos anos 50 do século passado, quando o urbanista projetou a capital federal com Oscar Niemeyer e outros arquitetos. Esplanada dos Ministérios Setor Cultural Sul 2.

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Silêncio, 2015, 120 x 120 cm

Silêncio 120x120cm 2015 A beleza da Capela Nossa Senhora da Conceição, localizada no Palácio da Alvorada, tem o toque de um dos principais artistas do Brasil, Athos Bulcão. A residência presidencial, além de rica em poder, carrega a beleza das formas geométricas e a vida das cores da arte do professor. Bem tombado pelo patrimônio federal, a obra de Athos Bulcão está presente na porta, nos objetos litúrgicos e no teto do projeto arquitetônico de Oscar Niemeyer. Como o próprio professor disse, em 1998, “a Capela do Palácio da Alvorada inclui a pintura do teto, que é de 1959, depois inclui o desenho dos castiçais e demais objetos de culto”.

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Segurança, 2015, 120 x 120 cm

Segurança 120x120cm 2015 Sede da Caixa Seguradora, localizado na área central da capital federal, o novo prédio da Caixa Seguradora inaugurado em Fevereiro 2015, chama a atenção por sua estrutura moderna, com formato sinuoso e com vidros espelhados. A nova sede foi projetada para ser mais econômica, preservar os recursos naturais e o meio ambiente. O local segue os padrões do Selo PROCEL de Economia de Energia, que prevê uma série de dispositivos específicos em busca de eficiência energética e funcionamento sustentável, focado no uso mínimo de iluminação artificial. Ed. Sede Caixa Seguradora SHN Qd. 01, Conjunto A, BL E – CEP 70.701-050- DF.

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Redes, 2015, 150 x 250 cm

Redes, 150 x 250 cm 2015 Passadiços, paradas de ônibus, 3 quadras da W3 sul (comércio)

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Poder, 2015, 170 x 100 cm

Poder, 170 x 100 cm 2015 Supremo Tribunal Federal (STF) é a mais alta instância do poder judiciário brasileiro e acumula competências típicas de uma Suprema Corte (tribunal de última instância) e de um Tribunal Constitucional. Sua função institucional fundamental é de servir como guardião da Constituição Federal de 1988, apreciando casos que envolvam lesão ou ameaça a esta última. De suas decisões não cabe recurso a nenhum outro tribunal. Praça dos Três Poderes, Brasília, DF

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Planalto, 2015, 120 x 120 cm

Planalto 120 x 120 cm 2015 O Palácio do Planalto é a sede do Poder Executivo Federal, local onde está o Gabinete Presidencial do Brasil. Está situado na Praça dos Três Poderes em Brasília e foi um dos primeiros edifícios construídos na nova capital. A inauguração do Palácio do Planalto, em 21 de abril de 1960, foi o centro das comemorações da inauguração de Brasília e marca a história brasileira por simbolizar a transferência da Capital Federal para o centro do País, promovida no Governo do Presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira.

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O jeito 2, 2015, 120 x 120 cm

O jeito 2, 120 x 120 cm 2015 A Universidade Federal de Brasília foi inaugurada em 21 de abril de 1962. A decisão de unificar os cinco institutos de ciências em um único prédio, foi De Oscar Niemeyer, o prédio ficou conhecido na universidade como « minhocão ».

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O Jeito 1, 2015, 120 x 120 cm

O Jeito1 120x120cm 2015 O Palácio da Justiça de Brasília fica junto ao Eixo Monumental, entre a ala Norte da Esplanada dos Ministérios e o Congresso Nacional. Foi desenhado pelo arquiteto Oscar Niemeyer em 1957, e serve como sede do Ministério da Justiça.

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Justicia, 2015, 120 x 120 cm

Justicia 120x120cm 2015 O Tribunal Superior do Trabalho – TST, com sede em Brasília-DF e jurisdição em todo o território nacional, é órgão de cúpula da Justiça do Trabalho, cuja função precípua consiste em uniformizar a jurisprudência trabalhista brasileira. Oscar Niemeyer foi o responsável pelo projeto do novo prédio do Tribunal Superior do Trabalho, inaugurado em 2006, em Brasília. Desenhada em 1996, a obra conta com inovações tecnológicas em um projeto que congrega beleza arquitetônica e funcionalidade.

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JK, 2015, 150 x 250cm

JK 150x250cm 2015 A Ponte Juscelino Kubitschek, também conhecida como Ponte JK, está situada em Brasília, ligando o Lago Sul, Paranoá e São Sebastião à parte central de Brasília, através do Eixo Monumental, atravessando o Lago Paranoá. Inaugurada em 15 de dezembro de 2002, a estrutura da ponte tem um comprimento de travessia total de 1200 metros, largura de 24 metros com duas pistas, cada uma com três faixas de rolamento, duas passarelas nas laterais para uso de ciclistas e pedestres com 1,5 metro de largura e comprimento total dos vãos de 720 metros.

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Jaburu, 2015, 150 x 250cm

Jaburu 150x250cm 2015 Palácio do Jaburu é um edifício localizado ao longo da Via Presidencial, entre os Palácios do Planalto e Alvorada. Situado às margens do Lago Paranoá, foi inaugurado em 1977 e abriga a residência oficial do Vice-Presidente da República. O Palácio do Jaburu foi projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer para ser a residência oficial do Vice-Presidente da República, dentro da concepção urbanística proposta por Lúcio Costa para Brasília. A principal característica do Palácio e o que o diferencia, fundamentalmente, de outros, como o Alvorada, é o fato de ser uma construção exclusivamente destinada a moradia. Os seus 4.283 metros quadrados privilegiam mais a área externa. Em seu jardim, projetado pelo paisagista Roberto Burle Marx, foram cuidadosamente mantidas várias espécies de árvores.

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Itamaraty, 2015, 180 x 180 cm

Itamaraty 180x180cm 2015 O Palácio Itamaraty é a sede do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, situado em Brasília. Projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, com cálculo estrutural do engenheiro Joaquim Cardoso, o palácio foi inaugurado oficialmente em 20 de abril de 1970 pelo presidente Emílio Médici. Atualmente, três edifícios compõem o complexo do Ministério: o Palácio, o Anexo I e o Anexo II, conhecido popularmente como « Bolo de Noiva ». O palácio possui o maior hall sem colunas do mundo, com área de 2 800 metros quadrados.

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Horizontes, 2015, 180 x 300 cm

Horizontes 180x300cm 2015 O Túnel do Tempo, nome criado pelos funcionários do Senado, passa por baixo de uma das principais avenidas de Brasília, o Eixo Monumental. O longo corredor, de 100 metros de comprimento e formato arredondado, liga o Anexo I e o edifício principal da Casa às novas edificações: Anexos II e IIB, onde ficam as comissões, a Consultoria Legislativa, o Auditório Petrônio Portella, gabinetes dos senadores, a biblioteca e outros setores.

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Guimarães, 2015, 120 x 120 cm

Guimarães, 120 x 120, 2015 cat.4 Centro de Convenções Ulysses Guimarães Localizado no coração de Brasília o Centro de Convenções Ulysses Guimarães tem uma área construída de 54 mil m², abrigando cinco auditórios, sendo que um deles acomoda 3 mil pessoas, além de 13 salas moduláveis por divisórias acústicas retráteis que permitem várias combinações. O Centro possui, ainda, um pavilhão de exposições com 6 mil m² de área locável, com capacidade para acolher 9 mil visitantes. Eixo Monumental – Ala Sul, Brasília – DF, 70070-350

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Dante, 2015, 200 x 120 cm

Dante 120x200cm 2015 O Palácio Itamaraty, também conhecido como Palácio dos Arcos, é a sede do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, situado em Brasília. Projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, com cálculo estrutural do engenheiro Joaquim Cardoso, o palácio foi inaugurado oficialmente em 20 de abril de 1970 pelo presidente Emílio Médici. Atualmente, três edifícios compõem o complexo do Ministério: o Palácio, o Anexo I e o Anexo II, conhecido popularmente como « Bolo de Noiva ». O palácio possui o maior hall sem colunas do mundo, com área de 2 800 metros quadrados.

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Cúpula, 2015, 120 x 120 cm

Cúpula 120x120cm 2015 Museu Nacional do Conjunto Cultural da República O museu, que tem a forma de cúpula, e a Biblioteca Nacional Leonel de Moura Brizola foram concebidos pelo arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer e foram inaugurados no dia 15 de dezembro de 2006, no dia em que o arquiteto celebrou os seus 99 anos de idade. O museu tem uma área de 14,5 mil metros quadrados e foi inaugurado com uma exposição sobre a obra de Niemeyer: « Niemeyer & Niemeyer e Brasília – Património da Humanidade ». Localizado na Esplanada dos Ministérios.

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Codex, 2015, 200 x 120 cm

Codex, 120 x 200 cm 2015 O Palácio da Justiça de Brasília fica junto ao Eixo Monumental, entre a ala Norte da Esplanada dos Ministérios e o Congresso Nacional. Foi desenhado pelo arquiteto Oscar Niemeyer em 1957, e serve como sede do Ministério da Justiça.

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Civilização, 2015, 120 x 120 cm

Civilisaçoes 120x120cm 2015 A Biblioteca Central da Universidade de Brasília foi criada, em 1962, opondo-se à tradição da época de múltiplas bibliotecas dispersas nas várias unidades de ensino das universidades – um sistema oneroso que gerava duplicações desnecessárias de acervo e de processos técnicos e administrativos. O edifício de 16.000 m², com capacidade para um milhão de volumes e dois mil usuários, localiza-se na Praça Maior da UnB, lugar destinado por Lúcio Costa e Oscar Niemeyer. A mudança definitiva da BCE para o seu prédio ocorreu em março de 1973.

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Celebração, 2015, 180 x 300 cm

Celebração 180x300cm 2015 Decoração para o show Samba Brasília, agosto 2015, com o Cristo Redentor, ao lado do Estádio de Futebol de Brasília, DF.

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Catedral, 2015, 180 x 300 cm

Catedral, 180x300cm 2015, cat.1 Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida Projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer, com cálculo estrutural do engenheiro Joaquim Cardoso, foi o primeiro monumento a ser criado em Brasília. Sua pedra fundamental foi lançada em 12 de setembro de 1958. Teve sua estrutura pronta em 1960, onde apareciam somente a área circular de setenta metros de diâmetro, da qual se elevam dezesseis colunas de concreto (pilares de secção parabólica) num formato hiperboloide, que pesam noventa toneladas. A Catedral só foi inaugurada em 31 de maio de 1970. O engenheiro Joaquim Cardozo foi o responsável pelo cálculo estrutural que permitiu a construção da catedral.

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Calvário, 2015, 120 x 120 cm

Calvário, 120 x 120 cm 2015 A Igrejinha da 307/308 Sul ou Igreja Nossa Senhora de Fátima foi o primeiro templo em alvenaria a ser erguido em Brasília, inaugurado em 28 de junho de 1958. Após a pedra fundamental em 26 de outubro de 1957, a igreja foi construída em cem dias, com o objetivo de pagar uma promessa da primeira-dama Sarah Kubitschek, feita para curar sua filha. A capela foi projetada por Oscar Niemeyer e sua arquitetura faz referência a um chapéu de freiras. Em seu interior e na fachada encontram-se azulejos de Athos Bulcão. Os afrescos com bandeirolas e anjos de Alfredo Volpi, foram cobertos por tinta em uma reforma ocorrida na década de 1960.

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Brasilópolis, 2015, 150 x 250 cm

Brasilópolis 150x 250cm 2015 O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) é uma autarquia federal vinculada ao Ministério dos Transportes, criada pela lei 10.233*, de 5 de junho de 2001. A legislação reestruturou o sistema de transportes rodoviário, aquaviário e ferroviário do Brasil, extinguindo o antigo Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (DNER).

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Brasília, 2015, 180 x 300 cm

Brasília 180x300cm 2015 Símbolos da Praça dos Três Poderes e do JK, em Brasília é um amplo espaço aberto entre os três edifícios monumentais que representam os três poderes da República: o Palácio do Planalto(Executivo), o Supremo Tribunal Federal (Judiciário) e o Congresso Nacional (Legislativo). Como em quase todos os logradouros da cidade, a parte urbanística foi idealizada por Lúcio Costa e as construções foram projetadas por Oscar Niemeyer.

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Boal, 2015, 180 x 300 cm

Boal, 180 x 300 cm 2015 O Teatro Nacional Cláudio Santoro foi projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer. A construção teve início no dia 30 de julho de 1960, e a estrutura ficou pronta em 30 de janeiro de1961. O carioca Augusto Pinto Boal diretor de teatro, dramaturgo e ensaísta brasileiro, uma das grandes figuras do teatro contemporâneo internacional. Fundador do Teatro do Oprimido, que alia o teatro à ação social, suas técnicas e práticas difundiram-se pelo mundo. O Teatro do Oprimido é o teatro no sentido mais arcaico do termo. “Todos os seres humanos são atores – porque atuam – e espectadores – porque observam.” O teatro localiza-se na Via N2, Setor Cultural Norte, na Asa Norte; possui estrutura com forma de pirâmide irregular: no seu interior destacam-se as salas Martins Pena, Villa-Lobos e Alberto Nepomuceno.

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Arte rua, 2015, 180 x 300 cm

Arte rua, 180x300cm 2015 Prédios populares. Rua de comércio 305/306, 404/405 Sul. DF

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Alvorada, 2015, 150 x 250 cm

Alvorada. 150x250cm 2015 O Palácio da Alvorada é um edifício localizado em Brasília, no Distrito Federal. O palácio é designado como a residência oficial do Presidente do Brasil. Situa-se às margens do lago Paranoá, tendo sido o primeiro edifício inaugurado na Capital Federal, em 30 de junho de 1958. Embora o presidente da República tenha no Palácio da Alvorada suas dependências para estudos e leituras, além de lá pernoitar, o Gabinete Presidencial está situado no Palácio do Planalto.

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Vortex, 2015, 120 x 120 cm

Vortex, 120 x 120 cm 2015 Brasília Palace Hotel. Inaugurado antes mesmo de Brasília para receber as figuras mais importantes dos cenários político, artístico e intelectual da época. Para o presidente Juscelino Kubitschek, era a prova concreta de que o sonho tornava-se realidade. Um edifício com a leveza do concreto de Oscar Niemeyer. O painel do artista Athos Bulcão confere arte e personalidade, com impacto visual marcante. Intitulado Positivo e Negativo, revela dois tipos de azulejos com o mesmo traço e cores opostas em azul e branco. SCEN Trecho 1, S/N – Asa Norte, Brasília – DF, 70800-200

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